Posts Tagged ‘Soul’

Black Soul no talo!

May 19, 2010

Para os adoradores como nós do bom Soul, que literalmente incediava as pistas de dança, com direito a piruetas e muitos azuis na caotica e maravilhosa decada de 60.Direto dos bailes para os seus ouvidos, vai a nossa dica de coletanea.

Northern Soul, The Classics – Volume 01.

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It’s The Mod Scene!!

May 5, 2010


Coletânea lançada pela gravadora Decca em 1998, reune as bandas mods mais undergrounds da Inglaterra de 62 à 68, qualquer música dessa coletânea passou muito longe de figurar entre as listas de mais tocadas. Mas isso não quer dizer que as musicas não são boas, muito Pelo contrario, essa coletanea vem carregada de varias perolas mods, que eram altamente valorizadas nos clubes nojentos da Inglaterra.


01. The Quik – Bert´s Apple Crumble
02. Hipster Image – Make her mine
03. The Poets – That´s the way it´s gotta be
04. The Wards of court – How could you say one thing
05. Graham Gouldman – Stop! Stop! Stop!
06. Pete Kelly´s Soulution – If you love don´t swing
07. Timebox – Girl don´t let me wait
08. Mockingbirds – Lovingly Yours
09. Amen Corner – Expressway to you heart
10. The Attack – We don´t know
11. Chris Farlowe – Air travel
12. Graham Bond Organisation – Little girl
13. The Outer Limits – Just one more chance
14. Ronnie Jones with the Nightimers – I need you loving
15. Small Faces – Grow your own
16. Zoot Money´s Big Roll Band – Walking the dog
17. Steve Aldo – Baby what you want me to do
18. Tom Jones – Dr. Love
19. Jimmy Winston & His Reflections – It´s no what you do
20. The Habits – Elbow baby
21. The Score – Beg me
22. Loose Ends – That´s it
23. St. Louis Union – East side story
24. Paul & Barry Ryan – There you go
25. Eyes of Blue – Supermarket full of cans

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Jimmy Hughes e a Sagrada Missão

December 15, 2009

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Hughes era um cara comum, trabalhava em uma fabrica de borracha e ia à igreja todos os domingos. Juntou-se a um grupo de musica gospel, foi aí que ele notou que não era um cara comum. Começou a se interessar mais pelo Rhythm & Blues e decidiu gravar um disco, foi até o FAME studio e gravou o album Steal Away. O dono do estúdio Rick Hall pirou no album, instantaneamente ele soube que tinha um grande sucesso em suas mãos, só faltava convencer o resto do país. Hall então teve a idéia de comprar duas caixas de vodka, pegar uma caminhonete emprestada e dar inicio a sagrada missão de transformar o Steal Away em um disco de sucesso. Hall passou por todas as estações de radio do sudeste incluindo Memphis, Tupelo, Little Rock, Nova Orleans e Mobile, deixando uma copia de Steal Away e uma garrafa de vodka em cada parada. E milagrosamente cada uma das rádios tocou Jimmi Hughes, e o disco se tornou um sucesso.

Jimmy saiu fora do trabalho e começou a excursionar com Sam Cooke, Jackie Wilson, Bobby Womack. Tocou no Apolo e em muitos outros teatros. Em 1970, Hughes se cansa da estrada, se aposenta do negocio da musica e volta a ser um cara comum que canta todos os domingos no coral da igreja.

Sem o disco de Jimmy Hughes e a sagrada missão de Rick Hall, o FAME Studio mais tarde não se tornaria o lendário Muscle Shoals Sound Studio responsável por muitos outros discos de sucesso.

The King of Soul

November 20, 2009

No primeiro grande festival de rock do mundo, e que reunia Jimi Hendrix (Em seu primeiro show nos Estados Unidos), The Who, Janis Joplin… O maior show da noite foi de um negão americano que tocava Soul, era ídolo entre os mods da inglaterra e totalmente ignorado em seu pais. Estou falando do festival de Monterey e da lenda do Soul Otis Redding. E não é exagero nenhum, meus amigos! Olhem o que Brian Jones andou dizendo por aí: Nem por 1 milhão de libras subiria no palco depois de Otis Redding!

Otis Redding Morreu muito novo, aos 26 anos, em uma porra de um acidente de avião que junto com ele, levou três integrantes do Bar-Kays. Redding deixou pela metade o album que segundo ele, seria o “Sgt Peppers” do Soul, se chamaria The Dock of the Bay e seria lançando depois de sua morte junto como uma compilação de musicas de 1956 e 1967, acrescidas de algumas novas e do sucesso póstumo (Sittin’ On) the Dock of the Bay.

Sem duvida alguma, Otis Redding está na mesma prateleira que os monstros James Brown, Al Green e Sam Cooke. Eu diaria até que ele está um patama a cima, mas deixemos esses pretos no mesmo lugar. É difícil encontrar alguém que ainda não ouviu falar em Otis Redding, mas infelizmente às vezes ainda encontro em algumas mesas de bar algumas pessoas que vêm querer falar de soul, mas conhecem o negão mais aloprado do soul. Fico indignado, mando o cara baixar alguns discos do Otis e depois sair por aí falando de soul. E pra facilitar o trabalho desse povo, resolvi upar aqui no blog o maior clássico dele: Otis Blue.

O disco vem com a classica Respect regravada por Aretha Franklin, com as lindissimas Ole Man Trouble e I’ve Been Loving You Too Long, com covers fudidos de Change Is Gonna Come e Shake de Sam Cooke, e ainda tem uma versão porrada para I Can’t Get No, que começa com um ataque violento de metais na introdução.

01. Ole Man Trouble
02. Respect
03. A Change Is Gonna Come
04. Down in the Valley
05. I’ve Been Loving You Too Long

06. Shake
07. My Girl
08. Wonderful World
09. Rock Me Baby
10. Satisfaction
11. You Don’t Miss Your Water

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Como eu sei que vocês vão gostar, depois vou upando as outras pérolas dele.