Dance Like HELL!!

June 14, 2011 by

24 de junho, sexta-feira, no Fuxico

Dance Like Hell é uma proposta de festa um tanto quanto diferente das quais você está acostumado a ir. Uma festa com ritmos dançantes onde dançar não será uma opção, e sim um ato involuntário.

A proposta é fazer você se divertir como nas outras festas, com musicas que você não costuma ouvir muito por aí. Em uma única noite, nos três ambientes do fuxico estarão tocando o que há de melhor em northern soul, surf music, ska, rock steady, garage sixtie, musica caribeña, Joven Guarda Obscura, early reggae, sixtie punk, garage sudamericana, R&B, Beat…

Por trás desta presepada estão os irmão Jeft e junior ex-integrantes da falida Mods Rejects e Kaka da Xaninho Discos Falidos. Gente ruim fazendo festa com musica bonita pra gente feia.

Espalhados pelos três ambientes da casa, estarão os amigos Gori da Radio Trash, Damasound da Se Rasgum, Carioka vocalista da banda de hardcore Escárnio, Mandy da Peggy, Thiago da Limonada Sonora e Marcio da Control.

Então é isso, dia 24 todo mundo lá no fuxico dançando igual ao Tom Jones em Dances Like Hell!

Confirme a sua presença no nosso evento clicando AQUI!

Serviço:
Dance Like Hell
Dia 24 de junho (sexta-feira) no Espaço Cultural Fuxico (rui barbosa entre conselheiro e mundurucus)
Ingressos: 8 Reais
Apoio: This Is Radio Trash, Se Rasgum, Casarão Cultural, Abunai.

Se tu gosta de kinks, mas nunca ouviu o “Lola Versus Powerman And The Moneygoround”, tu és um fanfarrão!

May 5, 2011 by

O blog passou um tempo inativo, mas agora está de volta com o mesmo objetivo: Emporcalhar o teu ouvido com musica ruim.

Acho que esse album é mais injustiçado que o já injustiçado “Arthur” de uma das bandas mais injustiçada, o disco se chama Lola Versus Powerman And The Moneygoround, Pt. 1.

Trata-se de um disco conceitual que satiriza varias abas da industria musical. ECAD (Denmark Street), sindicatos (Get Back in Line), jabá (Top of The Pops), empresarios (O Moneyground), estrada (This Time Tomorrow)… Todos estão no disco.

O album foi gravado em 1971 e marca a fase transitória da banda. É um disco bem variado, conta com a folk  The Contenders, o hard rock a lá Kinks Powerman e a balada Strangers. Com o Lola Versus Power man, os Kinks conseguiram arrancar criticas positivas e emplacar duas musicas nas paradas: Lola alcançou a nona posição na Billboard Hot 100, permanecendo nas paradas por 14 semanas, Apeman chegou a número cinco no Reino Unido. Mesmo com toda essa bagagem, hoje em dia, pouco se fala e não o fazem presente nas listas este album, que não deixa nada a desejar para Arthur, Face To Face, Something Else By The Kinks…

  1. “The Contenders” – 2:02 ****
  2. “Strangers” – 3:20 *****
  3. “Denmark Street” – 2:02 ****
  4. “Get Back in Line” – 3:04 ****
  5. “Lola” – 4:01 *****
  6. “Top of the Pops” – 3:40 ***
  7. “The Moneygoround” – 1:47 ***
  8. “This Time Tomorrow” – 3:22 *****
  9. “A Long Way From Home” – 2:27 ****
  10. “Rats” – 2:40 ****
  11. “Apeman” – 3:52 *****
  12. “Powerman”  – 4:18 *****
  13. “Got to Be Free” – 3:01 ****

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Agachate e Mira Mi Corazon!

September 14, 2010 by

O terceiro disco da série é da banda espanhola de Valência chamada Wau y Los Arrrghs, eles tocam garage punk, são muito conhecidos na espanha, mas só lá mesmo, não consegui quase nenhuma informação sobre eles, não sei quando lançaram seu primeiro disco, não sei o nome dos seus integrantes, não sei nada sobre eles mesmo, só sei que esse disco é o disco de garage punk mais tora que eu já escutei, eles são realmente insanos, seu vocalista, juanito wau, é um cara de uns 30 ou 40 anos, mas é um completo porra louca, sua voz tem um grave absurdo, é como se usassem uma moto serra numa banda de garage. É até engraçado escutar um cara que tem voz de motoserra dizer que em outra vida quer ser a mulher de Link Wray, como o cara diz na última música do disco “Viva Link Wray”, onde eles declaram todo o seu amor pelo mestre. Engana-se quem pensa que o disco é só música rápida e agressiva, tá, 99% do disco é só música rápida e agressiva, mas tem uma baladinha que é uma das melhores do disco, “No Mientas Más”, é uma versão de alguma música dos Mockers, e não é a única versão, o disco ainda conta com outras quatro versões de bandas desconhecidas. Esse é o segundo disco, o primeiro é o Wau y Los Arrrghs Cantan en Español, também não achei muita informação sobre ele, só sei que eles pegaram algumas músicas de bandas como Los Saicos, The Trashmen e We the People e fizeram versões mais rápidas e pesadas.

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“Las Mujeres de Link Wray”

Do the Ripper! Do the Jaguar! Do the Caveman!

July 11, 2010 by

Vou começar a postar uma séries de discos de garage/garage revival/garage punk, e vou começar com os Incredible Staggers.

hahaha, vi num blog um cara falando “O revival do MOD continua de vento em popa na Europa”, e logo depois ele manda um link do primeiro disco dos Staggers. Eu pensei “que burro, dá zero pra ele”. Só porque os caras tem um visual anos 60 eles são mods? Será se esse cara escutou o disco? Os Staggers realmente tem alguma influência MOD, mas é bem pouco, não pode ser considerada uma banda revivalista desse gênero, o som deles é um som bem garage, os Staggers são revivalistas do garage, do surf e do trash, isso sim, e a primeira evidência disso é: Eles usam pedal Fuzz. Segunda evidência: Eles usam um orgão Farfisa. Terceira evidência: O cabelo do vocalista é muito cavernoso e a voz dele parece a de um zumbi implorando por sangue. Agora vamos juntar todas essas evidências, o que nós temos? Temos uma banda de garage surf trash. Agora vamos passear pelas suas influências:Screaming Lord Sutch, Back from the Grave comps, The Novas, The Wailers, Casey Jones and the Governors, Ronnie Cook, The Snobs, Gerry Lewis and the Playboys, The Trashmen, Dick Dale, Link Wray, Las Vegas Grind comps, Teenage Shutdown comps, etc, etc, etc… Agora digam-me essa banda é revivalista do MOD?

Esses malditos vêm da Austria, onde segundo eles, é infestada de indies, emos, guitarras pops e eletrotechnoalgumacoisa, e a banda é formada por Wild Evel no vocal cavernoso, Lightning Iris no farfisa matador, Shakin Matthews e Los Fixos nos pedais fuzz, The Earl of Krigor no baixo Vox e Candee Beat na bateria nervosa.


Muito cavernoso, né?

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Aí estão os dois discos lançados, o primeiro é de 2006 e é o melhor na minha opinião, o segundo foi lançado esse ano e meio que caiu um pouco de produção, como eu não consegui achar a capa do disco, vou colocar um clipe cheio de zumbis muito foda que eles fizeram.

*Até o fechamento dessa edição, vi num outro blog um cara indicando a mais nova banda de “rockabilly dessas pintas austriacas em plena atividade: THE INCREDIBLE STAGGERS”

Waking Up Scheherazade!!

June 10, 2010 by

Ninguém ficou de fora da musica feia, barulhenta e mal tocada. Enquanto bandas como Os Beatniks, Los Shains, Los Saicos, Music Machine, The Mops, Dara Puspita… tocavam o puteiro em seus respectivos países, Os turcos e os árabes loucos faziam o mesmo! Pense no som garageiro em sua mais pura forma, agora adicione um punhado de instrumentos excêntricos e um idioma bem diferente dos quais a gente está acostumado a ouvir. Pronto, tu tens nas tuas mãos duas coletâneas insanas copiladas por Allah.

A Coletânea Waking Up Scheherazad é formada por bandas somente dois paises Libano, Argelia, Armenia, Egito, Iran. Isso mesmo, até o Iran tava nesse rolo. São só musicas autorais, e o mais legal: Eles alopram no uso dos instrumentos típicos. Não morra sem antes ouvir a faixa numero 9, From the moon da banda The News.


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A Turkish Delights é tão excentrica quanto a Waking Up Scheherazard. E os turcos foram bozinhos com a gente, nos deram esse presentão com 26 musicas, entre elas meteram duas versões primatas: uma versão sombria e bizarra de In the Deep End do Artwood, chamada de In The deepings e uma versão selvagem e cheia de instrumentos típicos da clássica Land Of 1000 Dances do mestre Wilson Pickett, com o nome de Sana Bir Seyler Olmus.

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Os Filhos de Deus (Screamin’ Jay Hawkins)

June 2, 2010 by

Como bons primatas que somos, um pouco de selvageria:


Em pleno anos 80, quando reinavam as dancinhas epiléticas, as vozes graves e cheias de reverb, a parafernália eletrônica, toda essa merda gótica/dark… Uns ratos direto dos porões úmidos do baixo East Side infestavam Nova York com os seu estilo único de fazer musica naquela época. Estamos falando dos Fuzztones, meus amigos, os pioneiros da – por mim chamada de – segunda fase do garage 60’s, os revivalistas. Depois desses caras surgiram todas as bandas de garage 60’s revival que conhecemos hoje. A banda está na ativa até hoje nos oferecendo o que há de melhor, em termos de selvageria, ossos humanos, guitarras vox, fuzz e honestidade em relação as suas origens musicais.


Com todos os órgãos e fuzz dos anos 60, mais a selvageria punk, a bizarrice a lá Screamin’ Jay Hawkins e covers furiosos de The Sonics, os Fuzztones gravaram um dos clássicos do Garage Rock, Lysergic Emanations é o nome da pérola.

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Maximum Rock & Soul

May 22, 2010 by

Já pensaram em substituir o Wayne Kramer do MC5 por Aretha Franklin? ou tirar o Iggy Pop dos Stooges e colocar a Tina Turner no lugar dele?
Pois é, já fizeram isso, e foi há mais de dez anos atrás, quando Lisa Kekaula e o guitarrista Bob Vennum decidem montar a banda The BellRays. A banda começou fazendo soul com improvisos de jazz e blues, mas com a entrada do guitarrista Tony Fate o negócio pegou fogo, Vennum passou para o baixo e a banda decidiu misturar o protopunk das bandas oriundas de Detroit, o punk rock californiano e o soul de 60 e 70.
Desde então a banda já lançou mais de 10 discos e abriu para várias bandas maiores como Rocket From The Crypt, Pixies e MC5, mas até agora nunca foi devidamente reconhecida.

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Black Soul no talo!

May 19, 2010 by

Para os adoradores como nós do bom Soul, que literalmente incediava as pistas de dança, com direito a piruetas e muitos azuis na caotica e maravilhosa decada de 60.Direto dos bailes para os seus ouvidos, vai a nossa dica de coletanea.

Northern Soul, The Classics – Volume 01.

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It’s The Mod Scene!!

May 5, 2010 by


Coletânea lançada pela gravadora Decca em 1998, reune as bandas mods mais undergrounds da Inglaterra de 62 à 68, qualquer música dessa coletânea passou muito longe de figurar entre as listas de mais tocadas. Mas isso não quer dizer que as musicas não são boas, muito Pelo contrario, essa coletanea vem carregada de varias perolas mods, que eram altamente valorizadas nos clubes nojentos da Inglaterra.


01. The Quik – Bert´s Apple Crumble
02. Hipster Image – Make her mine
03. The Poets – That´s the way it´s gotta be
04. The Wards of court – How could you say one thing
05. Graham Gouldman – Stop! Stop! Stop!
06. Pete Kelly´s Soulution – If you love don´t swing
07. Timebox – Girl don´t let me wait
08. Mockingbirds – Lovingly Yours
09. Amen Corner – Expressway to you heart
10. The Attack – We don´t know
11. Chris Farlowe – Air travel
12. Graham Bond Organisation – Little girl
13. The Outer Limits – Just one more chance
14. Ronnie Jones with the Nightimers – I need you loving
15. Small Faces – Grow your own
16. Zoot Money´s Big Roll Band – Walking the dog
17. Steve Aldo – Baby what you want me to do
18. Tom Jones – Dr. Love
19. Jimmy Winston & His Reflections – It´s no what you do
20. The Habits – Elbow baby
21. The Score – Beg me
22. Loose Ends – That´s it
23. St. Louis Union – East side story
24. Paul & Barry Ryan – There you go
25. Eyes of Blue – Supermarket full of cans

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Os Vampiros Vão Invadir Belém

March 10, 2010 by

Depois do lendário show do Lendário Chucrobillyman, do divertido show do Crazy Legs e do show mais foda de 2009 com o Dead Rocks, o povo da This is Radio Trash traz à Belém o trio de vampiros porto-alegrenses mais barulhentos e obscuros que essa nossa cidade já viu.

Dê uma lida no release abaixo e faça o download do primeiro álbum da banda.

O trio de punk-polka favorito de Satã surgiu em junho de 2005 em Porto Alegre com o EP “The Devil Is a Preacher”. O álbum “Gotham Beggars Syndicate”, gravado em 2006 no estúdio Music Box (com co-produção de Alexandre Birck), relançado nos Estados Unidos e Canadá em abril de 2008 pelo selo norte-americano Devil’s Ruin Records, e distribuído também na Argentina pela Rastrillo Records, foi apontado por diversos veículos de imprensa como um dos melhores lançamentos do ano.

A Damn Laser Vampires foi destaque na edição brasileira da Rolling Stone e na Rue Morgue Magazine (Canadá); teve resenha do álbum na alemã Virus Magazine (principal revista de horror da Europa, publicada em todos os países de língua germânica); participou de importantes festivais pelo país como Goiânia Noise, Psycho Carnival, Gig Rock, Macondo Circus, Morrostock Open Air, Rock Jr, entre outros. A banda tem 4 músicas na trilha do filme “Ainda Orangotangos” (Melhor Filme no Festival de Cinema de Milão 2008), de Gustavo Spolidoro, e em janeiro de 2009 lotou o Grande Hall do Santander Cultural em Porto Alegre, com participações de Frank Jorge, Jimi Joe e Marcelo Birck.

Atuando também como artistas gráficos, os Vampires realizaram duas exposições de arte sob o nome da banda. A primeira, em 2008, no saguão principal da Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), a convite do Festival Internacional de Cinema Fantástico FANTASPOA. A segunda na galeria The Next Ones.

Em julho de 2009, por ocasião da 5ª edição do FANTASPOA, a banda foi dirigida pelo neozelandês David Blyth como protagonista de um curta-metragem a ser exibido na edição de 2010 do festival.

Os Vampires atualmente preparam sua quarta tour por São Paulo e anunciam para breve o lançamento do aguardado segundo disco, mais uma vez pela Devil’s Ruin Records.

A DLV costuma dirigir e produzir seus próprios vídeos, que podem ser vistos aqui.
Músicas, letras, fotos, infos aqui

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